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SAÚDE

OMS aprova o uso emergencial da vacina da Sinopharm

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou na sexta-feira (7) que aprovou a vacina contra a Covid-19 da farmacêutica chinesa Sinopharm para o uso emergencial. É o quinto imunizante a ser incluído em uma lista da entidade desde o início da pandemia.

A OMS já concedeu autorização similar às vacinas:

  • Pfizer/BioNTech
  • Johnson & Johnson
  • AstraZeneca/Oxford
  • Moderna

Uma aprovação pela agência de Saúde da ONU abre caminho para que a vacina possa ser distribuída pelo Covax Facility, o consórcio mundial organizado pela OMS para garantir um acesso mais igualitário aos imunizantes por países mais pobres.

“[A aprovação] amplia a lista de vacinas que o Covax pode adquirir e aumenta a confiança de países para que eles possam acelerar as decisões de suas agências regulatórias, importar e aplicar a vacina”, disse em entrevista coletiva o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Acelerar o acesso

A brasileira Mariângela Simão, diretora-geral adjunta de Acesso a Produtos de Saúde da OMS, disse em um comunicado que a aprovação tem o potencial para acelerar o acesso da vacina a profissionais de saúde e a populações em risco.

“Pedimos ao fabricante que participe do Covax Facility e contribua para o objetivo de uma distribuição de vacinas mais equitativa”, disse Simão.

O balanço mais recente do consórcio de vacinas apresentou que mais de 54 milhões de doses foram encaminhadas aos 121 países membros da aliança Covax – entre eles o Brasil, que tem direito a 10,5 milhões de doses intermediadas pela OMS.

Vacina para adultos

A vacina da Sinopharm é do tipo “inativada”, isso quer dizer que ela utiliza o método clássico para a produção de vacinas que usa um vírus “morto” para gerar uma reação imunológica dentro do organismo, preparando para uma resposta eficiente quando entrar em contato com o vírus ativo.

A vacina é recomendada para adultos com 18 anos ou mais, em um cronograma de duas doses com um espaçamento de três a quatro semanas. A eficácia da vacina para a doença sintomática e hospitalizada foi estimada em 79%.

Fonte: G1


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