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ECONOMIA

Mercados de escritórios e galpões já sentem a crise

O fechamento de operações de compra e venda de escritórios e galpões em São Paulo e no Rio de Janeiro, até o fim de junho, deve ser em sua maioria de negociações iniciadas antes da crise decorrente da pandemia de covid-19. A avaliação é do presidente da consultoria CBRE, Walter Cardoso.

Em abril, foram concluídos negócios envolvendo propriedades comerciais iniciados nos meses anteriores, mas em ritmo menor do que vinha ocorrendo.

Os principais entraves para as transações, segundo Cardoso, têm sido a liquidez menor e a diferença de expectativas entre compradores e vendedores em relação ao preço dos ativos.

Segundo o executivo, não é possível fazer projeções do total a ser movimentado em 2020, e o cenário tende a estar mais claro somente no meio do ano. No início de março, o presidente da CBRE esperava que as negociações de compra e venda poderiam corresponder, em 2020, de 80% a 100% dos R$ 17,7 bilhões do ano passado.

Levantamento da CBRE aponta que, no primeiro trimestre, o total de operações somou R$ 4,47 bilhões, sendo R$ 2,37 bilhões no segmento de escritórios e R$ 2,1 bilhões em galpões industriais e logísticos. Cardoso estima que, em abril, houve postergação de 20% a 25% dos negócios.

Fonte: VALOR INVESTE


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