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ECONOMIA

Ibovespa volta a bater recorde com acordo comercial, Petrobras recua

O Ibovespa subiu 0,33% e quebrou mais um recorde de fechamento ao encerrar o pregão desta sexta-feira (13) em 112.564,86 pontos. Com isso, o principal índice da Bolsa terminou a semana em alta de 1,3%.

Um dos principais impulsos para a alta veio de fora, com a confirmação de que os Estados Unidos e a China chegaram à “fase 1” do acordo comercial, suspendendo o pacote de tarifas programado para domingo (15).

Embora positiva para os mercados, a confirmação do acordo teve efeitos limitados. Nos Estados Unidos, por exemplo, os índices S&P 500 e o Dow Jones fecharam praticamente estáveis. Ontem, a agência Bloomberg antecipou que um os dois países haviam selado um acordo preliminar.

Para o economista-chefe do banco digital Modalmais, Álvaro Bandeira, a alta não foi mais acentuada porque parte do movimento já estava precificado e o acordo não entrou em “temas cruciais”, como patente intelectual e transferência de tecnologia. “Alivia um pouco o mercado, mas ainda não é a solução definitiva. Portanto, a guerra comercial vai continuar pressionando as negociações”, disse.

No Brasil, as ações da Petrobras foram uma das principais razões para que o índice não subisse mais. Com grande peso no Ibovespa, seus papéis ordinários e preferenciais tiveram respectivas baixas de 4,69% e 3,2%. A queda ocorreu após o BNDES anunciar que pode vender a totalidade suas ações ordinárias da petrolífera.

Já a maior alta da Bolsa ficou com os papéis da Via Varejo, que subiram 8,7%. Ontem, as ações da varejista vinham de forte de mais de 7% até instantes finais do pregão, mas viraram para queda de 3,1%, logo após a companhia admitir, em fato relevante, que havia indícios de fraude em seus balanços. Segundo a Via Varejo, à falha contábil é na casa dos 1,2 bilhão de reais.

Fonte: EXAME


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