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Após delação ser autorizada por Fachin, Cabral quer deixar a prisão

Após ter sua delação premiada reconhecida e autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, o ex-governador SérgioCabral (MDB) traça estratégias para deixar a prisão, enquanto o procurador-geral da República, Augusto Aras, busca impedir que isso aconteça. A decisão de Fachin, em fevereiro, que homologou a delação assinada com a Polícia Federal (PF), deixou claro que o acordo não afeta as condenações já impostas a Cabral, que somam 282 anos de prisão.

No novo despacho, no dia 6, em resposta a um recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR), Fachin definiu que o acordo não tem efeito automático sobre os decretos de prisão preventiva. Caberá aos juízes de primeira instância, responsáveis por eles, avaliar se o quadro mudou: dois foram do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, um do Tribunal Regional Federal da 4ª Região e um do Tribunal de Justiça do Rio.

Na mesma decisão, revelada pelo GLOBO na quinta-feira, Fachin rejeitou a contestação da PGR e autorizou a abertura de 12 inquéritos no Supremo para investigar autoridades com foro privilegiado a partir das declarações de Cabral.

Fontes do Ministério Público Federal (MPF) avaliam que os dois despachos do ministro dificultaram a soltura de Cabral, mas não a impediram.

Fonte: O GLOBO


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