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CULTURA

Alerj propõe responsabilidade a quem “solta” pipa para evitar acidentes

Soltar pipa é uma prática comum em várias partes do Brasil, principalmente no verão, mas, também, uma das mais perigosas, quando praticada em locais inadequados e utilizado na linha um produto chamado “cerol”, feito de caco de vidro e cola. Nesses casos, há riscos de transtornos em redes elétricas e ferimentos graves em pessoas atingidas.

Em nível nacional, concessionárias de energia elétrica têm desenvolvido campanhas orientando para que as pipas sejam empinadas distantes das redes de alta tensão. Outro alerta é sobre o uso do “cerol”, que torna a linha cortante a faz vítimas com ferimentos graves, quando as atinge inadvertidamente. Em Campos dos Goytacazes não são poucos os exemplos.

A prática de empinar pipa é muito comum nesta época do ano, mas é preciso cautela para evitar transtornos. – Foto: Divulgação/Google

As campanhas de alertas não são de muitos alcances, mas estão sendo ampliadas e uma das iniciativas nesse sentido é da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). No último dia 21 os deputados aprovaram, em segunda discussão, o projeto de lei 2.020/16, do deputado licenciado Jorge Felippe Neto, que cria a campanha educativa “Pipa com Responsabilidade”.

De acordo com a Assessoria de Comunicação (Ascom) da Alerj, o objetivo é orientar alunos da rede pública estadual sobre a brincadeira e conscientizá-los quanto aos perigos das linhas cortantes. O texto seguiu para o governador Luiz Fernando Pezão, que terá até 15 dias úteis para sancionar ou vetar.

O texto define que a campanha deverá ser realizada por meio de folhetos, palestras e outras atividades, com participação de professores, alunos, famílias, corpo técnico e administrativo. “Poderão ser convidados representantes do Corpo de Bombeiros, Secretaria de Estado de Saúde e companhias de energia elétrica”. A campanha deverá, ainda, ser inserida no Projeto Político Pedagógico das unidades.

Jorge Felippe lembra que nos períodos de férias, sempre somos surpreendidos com acidentes envolvendo as pipas e o uso de materiais cortantes como o ‘cerol’. E argumenta: “visando mais segurança à sociedade, é preciso educar, nas escolas, de forma permanente, sobre a prática indevida de soltar pipas”.

FONTE: Redação com Alerj


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